HOLDING

Holding familiar: quando vale a pena e quanto custa

Renda de aluguel, doação de quotas com usufruto e continuidade dos negócios. Os números que mostram quando a holding compensa e quando não.

Equipe Patrimonial IA · 24/10/2026 · 2 min de leitura
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A holding familiar é uma empresa criada para concentrar bens da família, como imóveis e participações. Ela não é solução para todos os casos: compensa quando há renda recorrente, vários herdeiros ou empresas que não podem parar durante um inventário.

Aluguel na pessoa física × na holding

Imposto mensal sobre R$ 40.000 de aluguelPessoa física × holding no lucro presumido
Pessoa física25,2% efetivaR$ 10.091
Holding11,3% efetivaR$ 4.532
Diferença no ano12 mesesR$ 66.711

Estimativa ilustrativa sem deduções. PF: tabela progressiva do IRPF. Holding: PIS 0,65%, COFINS 3%, IRPJ 15% e CSLL 9% sobre presunção de 32%, com adicional de IRPJ.

  • Pessoa física: aluguel tributado pela tabela progressiva do IRPF, chegando a 27,5%.
  • Holding no lucro presumido: PIS, COFINS, IRPJ e CSLL sobre base presumida, com alíquota efetiva menor em rendas mais altas.
  • Custos da holding: abertura, contabilidade mensal e ITBI na integralização, conforme o município.

Sucessão pela holding

Do imóvel às quotas
  1. PASSO 1ConstituiçãoContrato social, sócios e objeto.
  2. PASSO 2IntegralizaçãoBens entram no capital da holding.
  3. PASSO 3Doação de quotasCom reserva de usufruto e cláusulas restritivas.
  4. PASSO 4AdministraçãoO titular segue no comando enquanto vivo.
Na holding, a família herda quotas, não imóveis bloqueados num inventário.

Conteúdo informativo, com exemplos ilustrativos. A viabilidade depende de cada caso: valide com contador e advogado.

Gostou? Envie para quem está planejando a sucessão da família.
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